sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Renovar

        Nasci libriana e, portanto, as artes, a literatura, o belo, a emoção, o sentimentos, a perfeição e o equilíbrio são elementos que me atraem e me fascinam. Idealista, parto sempre do princípio de que o feio e o imperfeito não existem; Naturalmente, eles podem estar presente, mas apenas por questão de tempo e de alguém que queira modificá-lo.
        Deus é perfeito e, na minha opinião, também a vida é simples e perfeita como Deus a concebeu. O ser humano, no entanto, vítima das paixões, a distorce e complica. Não sou imune a isso, claro, mas tento, quase à exaustão viver e passar aos que me cercam e me são caros essa premissa.
        Dessa forma, não raro,  objetos (confesso que, às vezes, pessoas) muito usados, antigos, sujos, abandonados se me apresentam como material de observação, estudo e, consequentemente, reciclagem, renovação, revitalização. Modificar ou mudar pessoas não está exatamente ao meu alcance, mas objetos sim e essa possibilidade é algo que me faz muito bem. Quando vejo o resultado final de algo, (ouque sem noção inicial do que fazer, mas com criatividade, insistência, paciência e perseverança eu tenha conseguido renovar, sinto uma satisfação indescritível, principalmente ao perceber que, ordinariamente, é preciso muito pouco para alcançar o (ou um) objetivo.
          Tenho uma cadeira/poltrona com uns 20 anos de uso (ou de abandono num canto da sala) que há muito tempo me incomoda. Essa semana resolvi modificá-la e, com muito pouco gasto consegui transformá-la e lhe dar vida. Como não foi algo planejado, não a fotografei antes; ela era pintada na cor mogno e o estofamento era de um bege desbotado (se é que bege ainda poder ser desbotado) e encardido. E assim ela ficou:


http://nilceartes.blogspot.com/p/renovar.html

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